Setor está no topo do ranking de arrecadação na cidade desde 2006
Por Fernanda Meneghel | fernanda.meneghel@diario.com.br
Uma indústria rentável, qualificada e limpa. A Florianópolis de 2050 pode ser o maior polo de tecnologia do país. O setor está no topo do ranking de arrecadação na cidade desde 2006.
O coordenador do Centro de Geração de Novos Empreendimentos em Software e Serviços do Departamento de Informática e Estatística da UFSC, José Eduardo de Lucca, diz que os desafios do futuro serão resolver problemas provocados pela informática, como a perda de privacidade e a disseminação de vírus.
— As pequenas empresas, típicas de Florianópolis, introduzem a maior parte das inovações no mercado — avalia.
Outra grande aposta de De Lucca é o Sapiens Parque, como ponto de atração de empresas e de universidades do mundo todo.
As grandes feiras de tecnologia são outro mercado a ser explorado. Segundo o presidente da Sucesu, associação sem fins lucrativos, que há 34 anos defende os interesses dos usuários de informática e telecomunicação em Florianópolis, Carlos Eduardo Nascimento, o público que participa destas feiras gasta em média US$ 500 por dia, contra os US$ 150 do turista comum.
Na opinião do presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Rui Luiz Gonçalves, o crescimento do setor pode chegar a 30% ao ano. Os jogos são a porta de entrada.
— É um mercado fascinante quando se fala nos rendimentos, mas também no papel social que um simples computador pode desempenhar — conclui.
Fonte: Diário Catarinense
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