Depois de quinta-feira (primeiro dia da Festa), domingo (7-06) e segunda-feira (8-06), esta terça-feira também será de entrada franca à 21ª Festa Nacional do Pinhão. Mas não é só isso, pois ainda haverá o último dia da Festa, domingo (14-06) de passe livre ao evento.
Ao todo, portanto, a Festa tem cinco dias de portões abertos ao público em geral. Por esta razão a Festa do Pinhão se consolidou como uma das principais festas populares do Brasil.
Realizada no Parque Conta Dinheiro, já reuniu ao longo de suas 21 edições mais de 5 milhões de pessoas. No próximo domingo, as pessoas poderão contribuir com o programa Lages 100 Fome, pagando voluntariamente, na bilheteria, ingresso de R$ 2,00, ou efetuando a doação de um quilo de alimento não perecível. Para o Lages 100 Fome também será revertida parte da renda conseguida com a venda dos ingressos para a Área VIP, nos dias de entrada franca, (espaço frontal ao Parque Nacional, onde são realizados os principais shows musicais da Festa).
Redator: Iran Rosa de Moraes
César Oliveira e Rogério Melo fazem show especial
Antes da premiação da 17ª Sapecada da Canção Nativa, nesta terça-feira, 09-06, será realizado um show especial com César Oliveira e Rogério Melo. Estes músicos tradicionalistas já competiram pela Sapecada.
Rogério Melo - em 18 de maio de 1976, na cidade gaúcha de São Gabriel, nascia Rogério de Azambuja Melo, filho de Dalmir dos Santos Melo e Maria Inês de Azambuja Melo. Desde pequeno, Rogério demonstrava tendência e apreço a arte folclórica, a música e a cidade que lhe acolheu na infância e juventude e que até hoje representa um regresso a boas lembranças do passado. Foi ainda em São Gabriel que descobriu a música em suas variadas formas - prática, ritmo e expressão corporal.
César Oliveira - assim como os pais Antônio e Terezinha que formavam uma dupla e participavam de "Programas de rádio" ou "Programas de auditório", César nasceu para cantar. Por influencia deles, cresceu escutando diversos ritmos e elegeu os de folclore, que retratam os costumes de um povo, como os preferidos. É grande apreciador de Chacareras, Polcas, Chamarras, Vaneiras, Rancheiras e Tangos.
(Fonte: site oficial de César Oliveira e Rogério Melo)
Redator: Ari Junior
Os Monarcas embalam o baile de terça-feira
Está programado para esta terça-feira, dia de entrada franca no Parque Conta Dinheiro, o baile com Os Monarcas. O show deve iniciar a meia noite, no Palco Nativista.
História dos Monarcas - aquele que procura a história do grupo musical Os Monarcas principia uma viagem através do tempo e da própria evolução da música regionalista gaúcha. Depois de tantos anos dedicados à música gauchesca, pode-se dizer que a história do conjunto e a história da música regionalista gaúcha são fenômenos indissociáveis, chegando mesmo a se confundir.
Comecemos esta narrativa em 18 de janeiro de 1942, data de nascimento do fundador do grupo: Nesio Alves Corrêa, o Gildinho, como é conhecido. Com apenas 15 anos este piazito já "arranhava" uma cordeona nos autênticos e saudosos bailes de candeeiro.
Este rapazote, que acalentava sonhos de vitória, em 1961 botou o pé no mundo, deu de rédeas no destino e encontrou paragem em Erechim/RS. Meio acaboclado, mas cheio de determinação, Nesio iniciou, em 1963, o programa radiofônico "Amanhecer no Rio Grande", pela Rádio Difusão de Erechim. Com a audiência do programa, passou a animar pequenos bailes na região, em 1966, o convite para apresentar o programa "Assim Canta o Rio Grande", na Rádio Erechim, que esteve no ar até 1984.
Em 1967 boleou a perna para Erechim o Chiquito, irmão caçula de Gildinho e Herdeiro da mesma paixão pela música. Unindo forças formaram a dupla "Gildinho e Chiquito", que foi o embrião do Conjunto Musical O s Monarcas.
(Fonte: site oficial dos Monarcas)
Redator: Ari Junior