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Foto: Graziella Bergamin Hertzog
Com uma produção anual de cinco mil toneladas de marisco, o que corresponde a 50% da produção total nacional, atualmente de 10 mil toneladas ano de marisco, Palhoça quer transformar a maricultura de subsistência em agronegócio. Para isso, está investindo em tecnologia e vai importar do Chile o know how de mecanização de cultivo e de processamento industrial.
A expectativa é que com a chegada da automação na criação e no beneficiamento do marisco, Palhoça passe assim a produzir 30 mil toneladas de marisco em cinco anos, três vezes mais do que a atual produção nacional e conquiste, assim, o status de ser o único município brasileiro a deter esse know how no setor da maricultura, que vai deixar de ser uma atividade de subsistência para se transformar em negócio lucrativo.
A informação foi repassada pelo presidente da Associação dos Maricultores de Palhoça, Flávio Martins, ao prefeito Ronério Heiderscheidt. Na primeira quinzena de julho, uma comitiva formada por engenheiros, representantes da Amaq e da Prefeitura de Palhoça viajam ao Chile e durante duas semanas devem conhecer todo o processo de automação para o cultivo e beneficiamento do marisco.
Jornalista Valquíria Guimarães – Reg.Prof. 6829/RS
Marcilio Arruda - Assessoria de Comunicação
Fonte: Prefeitura Municipal de Palhoça
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