Nesta semana, técnicos do IPHAN estiverem visitando Timbó para capacitar uma equipe que irá se encarregar de iniciar o processo de documentação para o tombo imaterial do Kock Kase (queijo fundido). Além de Timbó; Benedito Novo, Blumenau, Indaial, Jaraguá do Sul e Pomerode compõe os municípios que irão, mais tarde, ter registrado a culinária e comercializá-la legalmente.
De acordo com Mônia Silvestrin, técnica do IPHAN que ministrou a capacitação, a partir do momento que se consegue o tombamento do produto, ele se tornará, também, patrimônio da União.
Outro objetivo é tirar o produto da informalidade, da agricultura familiar e de subsistência, e que ele possa ser a marca registrada da gastronomia típica regional. Ademir Winkelhaus, gestor do Consórcio Regional de Turismo, explica que o processo para conseguir o tombo é demorado e complexo. “Cada município envolvido terá que reunir um material que apresente todo processo de produção do Kock Kase e sua história, com textos, fotos e vídeos.
Conforme Aprígio Duarte, também técnico do IPHAN que esteve em Timbó, não há um prazo para que os municípios apresentem o material. Existe é a obrigatoriedade do processo. “É dessa forma que fizemos o tombo de outros produtos da culinária nordestina, como o vatapá e o acarajé.
Fonte: Divisão de Imprensa e Comunicação – PMT
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